Valve vai remover todos os jogos blockchain do Steam

´Developer´ confirma que a Valve não quer negociação de valor real no Steam, e agora o assunto tornou-se uma batata quente: a Valve está a planear remover todos os jogos do Steam que usam blockchain para trocar criptomoedas e
tokens não fungíveis (NTF). Usar NFTs em jogos tornou-se um assunto polêmico, já que alguns foram acusados ​​de serem golpes.

A Valve notificou o ´developer´ da SpacePirate Games que está a remover o jogo NTF do estúdio Age of Rust do Steam, juntamente com todos os outros jogos de blockchain. A Valve disse que não permite jogos que envolvam a venda e transferência de itens com um ´valor real´ no Steam. O ´developer´ partilhou uma foto onde a Valve lista coisas que desencoraja os ´developers´de publicar no Steam, com jogos blockchain que usam criptografia e NFTs .

Age of Rust é um jogo de ação e quebra-cabeça de ficção científica para um jogador que foi lançado ainda este ano. Ele incorpora NFTs no jogo-itens negociáveis. A descrição do Steam do ´developer´diz que Age of Rust usa NFTs da plataforma Enjin, alguns dos quais os jogadores podem ganhar como
conquistas para completar certos quebra-cabeças. Também usa NFTs de outros jogos como Epochrome, Forgehammer, Stormwall, Shadowsong, Oindrasdain e APG-M55. A SpacePirate Games afirma que continuará a trabalhar em jogos e NFTs fora do Steam.

No início deste mês, o criador do conjunto de NFTs Evolved Apes desapareceu junto com um site, uma conta no Twitter e milhões de dólares em criptomoedas. Os clientes que compraram os NFTs podem usá-los num jogo de luta e ganhar a criptografia Ethereum. Macaco Maligno havia vendido milhares de NFTs antes de desaparecer com o dinheiro dos investidores que deveria ser usado para desenvolver e comercializar o projeto. Portanto, a hesitação da Valve em relação aos jogos NFT não é infundada.

Fonte: Techspot

EA e FIFA em desacordo por valores e limites de licenciamento

Uma reportagem do New York Times indica que a Electronic Arts, que já declarou abertamente que considera alterar o nome FIFA de sua popular franquia de jogos de futebol, registou agora a marca para “EA Sports FC” no Reino Unido e União Europeia, indicando um possível substituto para o título da série. De acordo com o site VGC, a publisher registou a marca num escritório de patentes no Reino Unido a 1 de outubro, e no seu equivalente da União Europeia a 4 de outubro. O interesse da EA em mudar o nome de sua franquia de futebol, que conta com “FIFA” desde o primeiro jogo da série em 1993, ficou conhecido publicamente na última semana com uma publicação no blog oficial da empresa assinada pelo diretor geral da EA Sports, Cam Weber.

“Ao olharmos em frente, também estamos a explorar a ideia de renomear os nossos jogos de futebol da EA SPORTS globais”, escreveu Weber. “Isso quer dizer que estaremos a rever o nosso acordo de direitos de nome com a FIFA, que é separado de todos os nossos outros parceiros oficiais e licenças por todo o mundo do futebol.” De acordo com a nova reportagem do New York Times, a iniciativa do publisher em mudar o nome da franquia seria devido a uma disputa entre a empresa e a própria FIFA, tanto no valor da licença quanto seus limites. “O cerne da disputa é financeira”, diz a reportagem de Tariq Panja. “A FIFA almeja mais do que o dobro do que recebe atualmente da EA Sports, de acordo com pessoas com conhecimento sobre as negociações, um valor que aumentaria o pagamento da série para mais de US$ 1 bilião para cada ciclo de quatro anos entre Campeonatos do Mundo.”

Não só isso, “a FIFA preferiria manter a exclusividade da EA para parâmetros limitados relacionados ao uso em jogos de futebol, muito provavelmente para procurar novas fontes de renda para os recursos que manteria. A EA Sports, por outro lado, defende que a companhia pode explorar outras ´avenidas´ dentro do ecossistema de videojogos da FIFA, incluindo destaque de jogos reais, torneios de jogos e produtos digitais como NFTs.” De acordo com a reportagem, ao limitar a exclusividade da EA, a FIFA poderia formar parcerias com outras produtoras de games — como a Epic Games, de Fortnite — para diferentes produtos, sem a necessidade de repartir os lucros com o publisher.

Peter Moore, antigo executivo da EA Sports (e Sega, e Xbox, e Liverpool…), indica que isso seria um ponto de contenção significativo dentro da produtora de jogos. “Eu diria: ‘Espera um segundo: nós literalmente gastamos centenas de milhões de dólares em desenvolvimento e estão a dizer-me que a Epic Games pode chegar e adquirir uma licença para o nome que nós produzimos, investimos e que é sinónimo de ´videojogo´?'”, declarou ao NYT. ” E aí sim, vou negociar e lutar por isso.” O NYT relata que “pelo menos dois anos de conversas” sobre a renovação do contrato que permite que a EA use o nome da organização “Bateu na parede” depois de a FIFA ter pedido US $ 1 bilião para cada ciclo de quatro anos da Copa do Mundo. A FIFA, o órgão que controla o futebol mundial, também está empenhada em limitar a extensão dos direitos da EA, em que a editora supostamente deseja explorar “destaques de jogos reais, torneios de videojogos de arena e produtos digitais como NFTs”.

O contrato atual de dez anos da EA com o nome da FIFA expira após o Mundial do Catar no próximo ano. A EA declarou publicamente que estava a ponderar o corte de laços com o nome FIFA num comunicado à imprensa incomum publicado no início desta semana.
No comunicado, o representante da EA Sports GM Cam Weber confirmou que a empresa estava “a explorar a ideia” de renomear a franquia de sucesso, estando a rever o seu acordo de direitos de nome com a FIFA, órgão que governa o futebol mundial. O ex-chefe da EA Peter Moore, que agora trabalha na Unity Technologies, disse ao New York Times numa entrevista por telefone que a declaração era incomum para a empresa de jogos e ele acreditava que estava “claramente a enviar um pequeno sinal”. Embora não esteja claro quando uma decisão sobre o futuro da franquia será feita, a EA recentemente tomou várias medidas para garantir um futuro para a série, com ou sem esta direção.

No início deste mês, foi anunciado que a Electronic Arts havia chegado a um acordo para estender o seu contrato atual com o sindicato dos jogadores de futebol FIFPro, que lhe dá acesso às imagens e nomes dos jogadores de futebol profissionais. Mais tarde, foi descoberto que a EA tinha a marca registada “EA Sport FC” com a ´Autoridade de Propriedade Intelectual´ do Reino Unido e da União Europeia este mês. O tema ´fim do acordo´, que já dura décadas, seria danoso para ambas as partes, mas ao que tudo indica a EA estaria disposta a sofrer o risco, já que conta com diversos acordos de licenciamento com ligas e torneios de futebol pelo mundo (incluindo LaLiga, Bundesliga e Libertadores), e com órgãos como o FIFPRO, maior representante global de atletas profissionais de futebol, cuja parceria foi renovada nesta terça (12).

Já a FIFA poderia sofrer com o fim da licença, perdendo uma de suas grandes fontes de renda e impedindo planos de expansão da organização para o futuro. O fim das negociações, positiva ou negativamente, deve ser concluída até o fim do ano. FIFA 22, novo jogo da série, já está disponível, e poderá confirmar na review, que declara: “Muitos costumam referir que os jogos de futebol são apenas algumas atualizações da versão anterior, mas isso não é o que realmente acontece, e FIFA 22 não faz nada de revolucionário, mas consegue renovar e reformular diversos aspectos problemáticos das edições anteriores, de aspectos da jogabilidade ao modo Carreira — tanto do jogador
quanto treinador.”

“Ao longo de anos construindo nossa franquia global, também sabemos que a autenticidade é essencial para a experiência”, disse o chefe da EA Sports, Weber. “É por isso que concentramos tanta energia na força coletiva de mais de 300 parceiros licenciados individuais que nos dão acesso a mais de 17.000 atletas em mais de 700 equipas, em 100 estádios e mais de 30 ligas em todo o mundo”.
Fonte: Videogameschronicle

Teste em Monza do novo Porsche 911 GT3 R

Na semana passada, o Daily Sport Car trouxe as primeiras fotos, graças a Fausto Mattei, da próxima versão da oferta GT3 da Porsche, o 911 GT3 R, esta a primeira versão do GT3 R baseada na atual plataforma 992 da Porsches, substituindo a ´arma´ Porsche GT3 atual para 2023.

Como poderá constatar na história anterior, aqui, todas as primeiras fotos de Fausto capturaram o novo carro pela frente / lateral, e agora a sequência, com algumas fotos da parte traseira do último carro de teste, definido para um programa de teste de corrida para a temporada seguinte e para vendas ao cliente a partir de 2023.

Fonte: Dailysportcar

´Hands On´ do MICROSOFT SURFACE DUO 2 : Mais uma vez, com câmaras


Já durante a semana que passou, a Microsoft lançou o Surface Duo 2, um novo smartphone baseado em Android com dois ecrãs, e uma série de atualizações
sobre o problemático Surface Duo original. De melhorias nas câmaras a ecrãs maiores e ajustes de software para uma melhor forma de armazenar uma ´Surface Pen´, a Microsoft está a abordar todos os problemas óbvios do primeiro modelo. Como antes, é um dispositivo de ecrã duplo destinado a ajudar as pessoas a realizar várias tarefas ao permitir que executem duas aplicações
lado a lado. No geral, o design é muito semelhante, mas a Microsoft suavizou os cantos e permitiu que o vidro se curvasse mais nas bordas. É um bom objeto para segurar, embora não seja tão visualmente impressionante quanto o original.

A Microsoft poderia ter sido perdoada por silenciosamente largar a sua ideia para um dispositivo Android de ecrã duplo desaparecer na obscuridade. Não seria a primeira vez que falhou em telefones, e todos sabem que desafiar os líderes no espaço móvel é difícil, até para gigantes da tecnologia. Em vez disso, a empresa está a dar atenção a uma nova versão que começará em gritantes $ 1.499,99, ( cerca de 1280€) $ 100 (cerca de 85€) a mais do que o original. Por esse preço altíssimo, a Microsoft está a lançar especificações completamente modernas. Esse foi o primeiro problema com o Duo original: mesmo no dia em que foi lançado, já estava atrasado. O Duo 2 tem um processador Qualcomm Snapdragon 888, 5G, 8GB de RAM, baterias que somam uma capacidade de 4.449mAh e muito mais.

A segunda mudança do Duo original foram as câmaras. A solução da Microsoft foi novamente a mais óbvia: basta adicionar câmaras. Especificamente, agora há uma saliência para a câmara na parte traseira que abriga a uma lente grande, ultra-larga e teleobjetiva 2x. As especificações por trás dessas lentes parecem sólidas, a grande angular possui um sensor PDAF de 12 megapixels com pixels de 1,4 μm atrás de uma lente com abertura f / 1.7, por exemplo. Precisamos testar as câmeras em nossa análise para ver se elas são boas, é claro, refere o autor do artigo. Um grande pormenor da câmara apresenta um problema particular para o Duo 2. É um dispositivo que deve ser dobrado pela metade, não apenas para fechar os ecrãs, mas para tê-los do lado de fora para que a possamos usar com uma mão. A solução da Microsoft é inclinar levemente a saliência para que alinhe o vidro conforme ele fecha e para incluir um pequeno ímã para aproximá-los. Há também uma saliência de plástico ao redor das lentes para proteger os dois lados de arranhões, e também está aberto o suficiente naquele ponto para guardar temporariamente a nova Surface Slim Pen 2 entre as duas metades do dispositivo.

A Microsoft também venderá um estojo especial com tecnologia para que possa retirar energia do Duo e redirecioná-lo para carregar uma Slim Pen magneticamente colocada na parte externa. Em qualquer caso, a lacuna no modo de uma mão é uma troca que vale a pena para as câmeras, e a Microsoft diz que a maioria dos utilizadores passaram a maior parte do tempo usando-o com ambos os ecrãs. Ambos os ecrãs OLED são um pouco maiores e mais bonitos. Cada um deles tem cerca de 5,8 polegadas na diagonal e 8,3 polegadas
quando vistos juntos (com, deve-se dizer, uma enorme distância entre eles). Eles também têm uma taxa de atualização de 90 Hz, mas eu não tive tempo suficiente com eles para dizer o quanto isso contribuiu para a suavidade, refere o autor. No ecrã maior tudo parece muito mais moderno, especialmente na nova opção de cor mais escura.

O vidro curvo nas bordas permite um pequeno truque: mal conseguimos ver qualquer ecrã dentro da dobradiça quando está fechado. A Microsoft está a usar esse espaço como uma espécie de mini-display externo para notificações. Poderá ver a hora e alguns indicadores para notificações e também acende para chamadas recebidas. Não é tão útil quanto um verdadeiro display externo,
mas é melhor do que nada. O Duo 2 vem com o Android 11, e a Microsoft mais uma vez promete atualizações de software oportunamente. Isso é apenas uma promessa nominalmente mantendo o Duo original – ele recebeu atualizações de segurança e algumas correções de bugs, mas ainda está apenas no Android 10.
A Microsoft diz que vai tentar obter uma atualização com a versão 11 para o dispositivo mais antigo. Esperamos o Android 12 para telefones Pixel a chegar a qualquer semana agora, também, e nenhuma palavra sobre quando esperar essa atualização para qualquer um dos dispositivos.

Caso contrário, quando se trata de software, estaremos a olhar principalmente para ajustes no sistema que a Microsoft estabeleceu para o multitarefa. Uma nova mudança é que o Surface Duo 2 assume como padrão que o ecrã do lado direito é o “primário”.

Fonte: The Verge

Gran Turismo 7 Obtém Comparação Desfavorável à dos Gráficos de GoldenEye 007

O utilizador do Twitter JustAnLED encontrou uma imagem (em baixa resolução) de uma barragem de uma vista aérea do ´High Speed ​​Ring´ no trailer recente do Gran Turismo 7. Com o devido contexto, a vista aérea surgiu por um breve segundo. A barragem do High Speed ​​Ring estava no canto inferior direito, não no foco da imagem. JustAnLED fez uma captura de ecrã e comparou com a barragem do GoldenEye 007, a um nível tão icónico que foi refeito em Far Cry 5 junto com o resto do jogo. A barragem de baixa resolução do GT7 parece embaciada, enquanto a barragem da GoldenEye está com o foco, tendo nitidez, pixelizada o que era indicativo de gráficos na época. JustAnLED criticou a Polyphony Digital.

Gran Turismo 7 parece mostrar grande fidelidade visual no sistema PlayStation, mas um utilizador do Twitter recentemente comparou uma secção do simulador para o hit da Nintendo 64, GoldenEye 007. A comparação desfavorável chega na sequência de um novo trailer de Gran Turismo 7 ter sido apresentado no PlayStation Showcase 2021. O título desenvolvido pela Polyphony Digital apresenta ray tracing em tempo real com suporte para resolução de 4K e 60 frames por segundo na versão PS5. É um pouco estranho ver um jogo de 2022, graficamente intensivo, sendo comparado ao clássico de 1997 que foi lançado quando os jogos 3D estavam no início.

Muitos utilizadores do Twitter foram rápidos em defender o simulador , fornecendo diferentes imagens do ´High Speed ​​Ring´ que incluía a barragem. Outros explicaram que a cena no trailer era do mapa de ´Carreira´ no menu do jogo, oferecendo uma imagem aérea prévia ao curso da corrida na sua totalidade. O tweet de JustAnLED foi provavelmente planeado para provocar uma ´guerra´ de consolas. Jogadores tendenciosos responderam ao tweet, concordando com os seus jogos favoritos. Alguns fãs entusiastas do Gran Turismo, no entanto, podem ficar desapontados com o aparecimento desta barragem, especialmente depois que o CEO da Polyphony Digital, Kazunori Yamauchi, se recusou a comprometer a atenção aos detalhes no Gran Turismo 7.

Independentemente disso, a comparação de JustAnLED é um pouco exagerada, juntando dois jogos diferentes em momentos completamente diferentes. GoldenEye 007 tinha mais limitações do que Gran Turismo 7. Talvez a razão do modelo de barragem do GT7 estar em baixa resolução seja porque ele é usado numa foto suspensa num ecrã do menu. Quando um modelo é visto à distância, os developers costumam usar um modelo de baixa qualidade para evitar sobrecarregar a GPU de um sistema. Enquanto isso, a barragem de GoldenEye é proeminente na foto que JustAnLED apresentou, planeado para os jogadores se concentrarem enquanto James Bond dá seu ousado salto para o lado. O modelo seria o de mais alta qualidade oferecida em 1997. Mantém-se bem e era bastante impressionante para a época, mas, em última análise, é incomparável com os gráficos de hoje.

Gran Turismo 7 será lançado a 4 de março de 2022 para PS4 e PS5.

Fonte: Screenrant

Aqui está a lista completa de carros com tecnologia Android Automotive

O que os fabricantes de automóveis parecem gostar muito no Android Automotive é o suporte para skins personalizados, e , em teoria, o sistema operativo pode ser personalizado por cada empresa com uma interface de utilizador diferente, apesar da funcionalidade permanecer praticamente a mesma. O que isso significa para os condutores é que o Android Automotive pode até acabar a parecer diferente de uma marca para outra, mas por baixo do capot, ainda é o mesmo sistema operativo com a mesma linha de recursos.

Por ser um produto bastante novo, o Android Automotive ainda não se tornou um sistema operativo amplamente adotado, embora a Google esteja a trabalhar bastante com fabricantes de automóveis, para garantir que mais deles acabem por adotá-lo. Essa estratégia obviamente avança a um ritmo lento, especialmente porque um sistema operativo como o Android Automotive precisa do hardware certo para funcionar corretamente, e , ao contrário do Android Auto, em que uma atualização da unidade principal é a única coisa necessária, mais melhorias internas devem ser feitas desta vez.

Além dos carros que já usam o Android Automotive (e listados abaixo), existem várias outros construtores que já confirmaram que usariam o sistema operativo nos seus carros. O primeiro deles é o grupo Renault-Nissan-Mitsubishi, que já anunciou que planeia instalar o Android Automotive em alguns dos modelos lançados pelas suas marcas. O primeiro é o Renault Megane E-Tech Electric, já anunciado no início deste mês.

A General Motors também confirmou que começaria a equipar os carros com Android Automotive, assim como a Stellantis, que deverá instalar o sistema operativo nos seus modelos a partir de 2023. Os carros Ford e Lincoln também farão a mudança para a mesma plataforma em dois anos, enquanto outros, incluindo alguns modelos Dodge e o Lucid Air, usam um sistema baseado em Android Automotive sem o Google Automotive Services. E é assim que, sem dúvida, o gigante das buscas com base em Mountain View já está a discutir com outros construtores também, mas, embora nem seja preciso dizer isto a instalação do Android Automotive num novo modelo não pode acontecer da noite para o dia.

Entretanto, a adoção do Android Auto também está a aumentar, com estatísticas a mostrarem que o modo ´wireless´ já está a funcionar em não menos de 100 milhões de veículos, sem contar os que atualmente apresentam uma unidade principal de terceiros com os mesmos recursos. Aqui está a lista completa de carros atualmente confirmados com Android Automotive em setembro de 2021 (e novos modelos são adicionados à medida que vão sendo confirmados):

2020 Polestar 2
2021 Volvo XC40 P8
2021 Volvo XC40 Recharge
2022 GMC Hummer EV
2022 Renault Megane E-Tech Electric
2022 Volvo XC60
2022 Volvo S90
2022 Volvo V90
2022 Volvo V90 Cross Country
2023 Ford cars
2023 Lincoln cars

Agora, a primeira diferença entre os dois é a forma como são alimentados. Embora o Android Auto exija a existência de um smartphone Android, o Android Automotive é executado diretamente na unidade principal, sem a necessidade de um cabo ou qualquer outra coisa. O Android Auto oferece acesso fácil a aplicativos como Google Maps, Waze, Spotify e ainda chamadas telefónicas, mas o Android Automotive também. Na verdade, o maior benefício do Android Automotive a correr nativamente numa unidade principal, é que ele oferece integração mais profunda com os serviços do Google. Portanto, embora o Android Auto só possa controlar as aplicações em execução no telefone, como a navegação ou reprodução de música, o Android Automotive também tem acesso às funções do carro, como o sistema de ar condicionado.

O Google Assistant é responsável por potencializar a experiência de viva-voz, mas, mais uma vez, no Android Auto, ele só tem acesso às aplicações instaladas no dispositivo móvel. A maneira mais fácil de ver a enorme diferença que a integração do Android Automotive faz é examinar os recursos de recursos do Google Maps. Já sabemos como o Google Maps funciona no Android Auto, pois os recursos disponíveis na unidade principal são praticamente os mesmos de um telefone móvel. Mas no Android Auto, tudo é levado a um novo nível, pois o Google Maps pode monitorizar o nível da bateria e calcular a rota para um destino definido de acordo com o seu alcance.

O Google Maps pode direcioná-lo para estações de carregamento sempre que estiver com pouca bateria, tudo porque os serviços Google têm acesso a mais informações sobre o carro e outras funções. Portanto, no geral, dado que é o sistema operativo que alimenta a unidade de infoentretenimento, o Android Automotive pode oferecer recursos muito mais avançados, enquanto o Android Auto se limita a apenas espelhar o ecrã do telefone no ecrã maior dentro da cabine. Desnecessário dizer que o Android Auto é a solução mais económica para a maioria das pessoas, especialmente considerando que o Android Automotive requer um carro novo, mas no futuro, o gigante das buscas baseado em Mountain View espera expandir em ambas as frentes para conquistar uma parte muito maior do setor automóvel.

Portanto, embora as duas empresas estejam a utilizar abordagens diferentes para expandir no setor automóvel, no final do dia, a meta final para ambos é expandir os seus serviços além do ecrã típico de um dispositivo móvel e um computador. A Google já oferece o Android Auto há algum tempo, mas agora a empresa está a trabalhar sem parar no Android Automotive, um Sistema operativo completo, que vem pré-carregado nas unidades principais como parte de parcerias entre a empresa de pesquisa e os construtores. O autor do artigo refere que o Autoevolution já detalhou as diferenças entre o Android Auto e o Android Automotive aqui,

Uma coisa que vale a pena ter em mente é a última experiência nativa sem a necessidade de um smartphone para potencializar toda a experiência ao volante. Anunciado em 2017, o Android Automotive é, portanto, a plataforma que impulsiona tudo relacionado ao infoentretenimento nos carros onde está instalado, embora em comparação com o Android Auto, também ofereça funcionalidades mais avançadas, como integração com funções do próprio veículo.

Fonte: Autoevolution

Porsche Mission R Concept elétrico tem desempenho da pista do Porsche 911 GT3 Cup

O Mission R é alimentado por motores elétricos de nova geração com uma potência de pico combinada de 1.073 cavalos de potência (800 quilowatts) no modo de qualificação, como a Porsche o chama. O sistema de tração integral é bom o suficiente para um sprint de 62 milhas por hora (0-100 quilômetros por hora) em apenas 2,5 segundos, e com velocidade máxima avaliada em 186 mph (300 km / h). Em geral, a Porsche diz que o desempenho da pista do Mission R corresponde ao que o Porsche 911 GT3 Cup é capaz.

A potência máxima mencionada acima é um valor máximo e a marca explica que o carro de corrida elétrico poderá produzir uma potência constante de 680 hp (500 kW). A tecnologia avançada de 900 volts garante até 75 por cento da bateria resfriada a óleo que pode ser recarregada em apenas 15 minutos. Enquanto isso, o design exterior hardcore apresenta componentes aerodinâmicos ativos, incluindo três venezianas em cada uma das duas entradas de ar laterais no nariz e uma asa traseira ajustável de duas seções.

Assim, e agora com o Porsche Mission R Concept Previews Futuro carro de corrida elétrico sustentável, com mais de 1.000 cv, o bólide terá o desempenho da pista correspondente ao Porsche 911 GT3 Cup. A missão da Porsche de eletrificar a sua linha de modelos continua com o primeiro carro de corrida EV da marca. O conceito Mission R é a visão da Porsche para um futuro carro de corrida com emissões zero construído a partir de materiais e oferecendo desempenho que rivaliza com o seu motor de combustão mais poderoso e melhor preparado para a concorrência.

Agora, o modelo está a fazer a sua estreia durante o IAA em Munique. A empresa sediada em Stuttgart está até a ponderar sobre uma possível série de carros de corrida de um modelo no futuro, embora não haja planos fixos por enquanto. Falando em carroçaria, a Porsche diz que é feita de plástico reforçado com fibra natural (NFRP), e o mesmo material também pode ser amplamente visto no interior.

A estrutura de segurança do carro de corrida é feita de material composto de fibra de carbono garantindo alta proteção para o condutor. O que também é interessante sobre a cabine é que o módulo do condutor também funciona como um simulador de desportos eletronicos. Um pouco mais curto que o atual 718 Cayman, o Mission R tem apenas 1.190 milímetros de altura, 4.326 mm de comprimento e 1.990 mm de largura.

Neste ponto, a Porsche não tem planos de trazer este carro-conceito específico para a produção. Muito parecido com um carro mais regular, porém, a implementação de tecnologias vistas na Missão R pode ser esperada num futuro próximo como um
carro de corrida ´de cliente´. Por falar em carros de corrida Porsche vendidos a pilotos particulares, a marca afirma que entregou mais de 4.400 carros ´Cup´ nas últimas três décadas.

Fonte: Motor1

Cena de abertura de Top Gun 2 mostra Tom Cruise a atingir Mach 10

Os trailers já deram ao público um vislumbre do novo passeio de Cruise no emocionante Top Gun , mas os participantes da feira CinemaCon deste ano em Las Vegas foram tratados com um olhar mais ´à frente´que prova que Cruise não está pronto para desacelerar. A filmagem compartilhada pela Paramount é da abertura do filme, e prova que Maverick não perdeu a sua necessidade de velocidade, enquanto ele sobe num avião de teste e atinge um novo recorde de velocidade do ar de Mach 10. Para o registo, o recorde de velocidade atual real para um avião é apenas Mach 6,7, e assim Maverick está realmente a tentar quebrar essa marca particular.

O filme abre com música clássica e texto a explicar o que é o programa Top Gun na Marinha. As primeiras fotos são de jatos a prepararem-se para arrancar de um porta-aviões ao amanhecer, ao que parece. A música muda imediatamente para Danger Zone quando os jatos decolam. E então vemos alguns dos jatos a pousar de volta no porta-aviões. Desvanece a imagem e, em seguida, corta para o Deserto de Mojave, CA, com Maverick a sair de uma sala e a entrar num hangar de avião, sentando-se e comendo. Então mostra-o a trabalhar no avião clássico que vemos no poster / trailers. Vemos cenas de personagens do filme original nas fotos, particularmente Goose e a sua família, com a última foto sendo de Rooster.

Maverick veste o seu casaco de couro, pega nas suas chaves e arranca na sua moto – em seguida, as fotos dele na sua bicicleta do trailer – esta parte é marcada com o tema original, mas numa versão mais lenta. Maverick chega a outro hangar e um policia diz-lhe: “Recebemos ordens de nos retirar. Dizem que estamos aquém. Eles querem Mach 10. “Maverick responde,” Mach 10? Hoje é Mach 9. “O oficial diz:” Isso não é bom o suficiente. “Eles discutem o projeto de teste secreto do avião do final do trailer. “Bem, ele ainda não está aqui. Mach 10? Vamos dar a eles Mach 10.”

Um dos oficiais disse: “É Mach 10. Não é 10.1, não é 10.2. Mach 10. “Então, vemos imagens de Maverick se preparar-se para ´taxiar´ no avião e a arrancar. Pouco antes da decolagem, o oficial diz que não é tarde demais para Maverick desistir. Ele diz: “Sabe o que vai acontecer consigo se o fizer” “Maverick diz:” Eu sei o que acontecerá com todos se eu não o fizer. “Ao descolar, ele diz a si mesmo:” Um último passeio. ” Vemos então a cena final do trailer anterior, dele voando sobre o contra-almirante Kane, Ed Harris. Kane entra e diz ao oficial, “Estou adiantado. Importa-se de explicar?” Ordena que os oficiais digam a Maverick para retornar à base.

Maverick continua a voar e atinge Mach 8.4, e subindo. O oficial diz: “Ele é o homem vivo mais rápido”, uma vez que Maverick atinge Mach 9. Ouvimos uma pontuação empolgante quando Maverick sobe de 9,1 para 9,2, 9,3 etc. Quando ele chega a 9,8, as pessoas na sala de controle recebem alertas de aumento de temperatura. Maverick: “Vamos, só mais um pouco. Vamos!” Em seguida, ele atinge Mach 10. Todos aplaudem, e um dos oficiais diz ao almirante: “Coloque isso no seu orçamento.” Maverick olha para o 10.0 no ecrã e pensa em ir mais rápido. O oficial diz: “Não, não faça isso.” Ele atinge 10,2. Maverick recebe vários alertas e a imagem é cortada. Os policias perdem comunicação e então vemos o avião a cair ao longe. A imagem seguinte é a de Maverick a andaro na estrada com o seu equipamento e a chegar a um café . Todos olham para ele e ele pega num copo d’água.
E então pergunta: “Onde estou?”

Tom Cruise está assim de volta à ´Danger Zone´, ao alcançar Mach 10 na cena de Top Gun 2 apresentado na CinemaCon. A estrela atinge agora novas alturas com o lançamento do Top Gun original em 1986. O filme arrecadou $ 357 milhões (cerca de 303 milhões € ) de bilheteria. Já se passaram décadas desde que Top Gun enviou Cruise para a ´Danger Zone´ (Zona de Perigo) e, em alguns aspectos, muito pouco mudou. Cruise ainda é um superstar global e ainda está a esforçar-se quando se trata de produção de filmes de ação. Agora Cruise está pronto para retornar aos céus em Top Gun: Maverick, que retoma a história do Capitão Pete Mitchell 35 anos após os acontecimentos do filme original. Cruise juntou-se à tão esperada sequência de Miles Teller como Galo, filho do co-piloto morto de Maverick, Goose, junto com Jennifer Connelly, Ed Harris, Jon Hamm e outros. Val Kilmer é o único outro membro do elenco que voltou do Top Gun original.

Claramente Top Gun: Maverick não hesita em explorar a nostalgia, pois toda a primeira sequência está repleta de referências ao filme original incluindo o amor de Maverick por andar de mota, sem mencionar a presença de “Danger Zone” de Kenny Loggins na banda sonora. O Real perigo aqui, é claro, que após o uso cómico de “Danger Zone” por Archer, um emprego sério da música pode surgir involuntariamente engraçado. O exagero caricatural também pode ser um problema com o enredo do piloto de teste do filme, que parece algo saído de The Right Stuff (a presença do ator de Right Stuff, Harris, só contribui para esses ecos do filme clássico de astronautas dos anos 80). Há até uma montagem de treino que é, sem dúvida, a coisa mais dos anos 80 que se possa imaginar.

As filmagens descritas acima definitivamente soam como Top Gun: Maverick está a seguir os fãs do filme original e dos filmes de ação dos anos 80 em geral. Também parece que acariciar o ego de Cruise é algo importante, com versos como “Ele é o homem mais rápido do mundo” enquanto ele desafia a morte num plano de teste. E embora o piloto de teste talvez seja a maneira lógica para Maverick seguir carreira, uma vez que o combate aéreo não é muito importante nesses dias, mesmo voar em aeronaves experimentais está longe de ser a gloriosa perseguição que era durante os dias de Chuck Yeager (a menos que alguém seja um bilionário a voar num foguete). Top Gun 2 pode de facto ´flirtar´ com a hilaridade mais do que com o perigo, transformando Maverick em algum tipo de regresso entusiasta à era The Right Stuff. Mas, novamente, talvez Cruise e companhia consigam fazer isso sem parecer muito ridículo.

Fonte: Screenrant

Num mar de conteúdos, como impactar o SEO com conteúdo interativo?

Em termos mais simples, os conteúdos interativos são materiais dinâmicos com os quais os utilizadores do site são incentivados a se envolver. Pensemos num conteúdo que requer participação ativa para ser usado e que é capaz de se adaptar de acordo as pesquisas do utilizador. Alguns desses tipos de conteúdo incluem:

Infográficos animados.
Testes.
Ebooks.
Assessments.
Calculadoras.

As marcas e outros projetos estão a investir cada vez mais em conteúdo interativo para manter os utilizadores no site, bem como para transmitir as suas mensagens
mais efetivamente. Quando as pessoas interagem com o conteúdo de um site, é mais provável que permaneçam no site por mais tempo – o que é ótimo para ´engadgement´, envolvimento – porque a experiência dada ao utilizador é mais divertida, emocionante e personalizada, e as informações são apresentadas de forma que o utilizador fique mais motivado a ler. Esse tipo de conteúdo também permite saber quando e como uma pessoa interage com esses materiais, e o que gera dados mais ricos para suas estratégias.

O que lhe vem à mente quando pensa sobre a sua estratégia de SEO? ´Linkbuilding´? Backlinks? Palavras-chave? Bem, embora esses sejam os grandes pilares de uma estratégia de SEO, eles também são aqueles em que todos estão a focar a sua atenção. E não quer usar as mesmas táticas da competição, certo? Deseja investir o seu tempo e dinheiro em algo novo, mas eficaz, como conteúdo interativo. Sim, pode parecer uma ideia estranha no início. Poderá não acreditar, mas a interatividade é um elemento crucial para aumentar o envolvimento e melhorar o desempenho geral da experiência de um leitor com um conteúdo. Isso significa que o conteúdo interativo pode responder melhor à intenção do usuário, favorecendo sua estratégia de SEO. 

Como o conteúdo interativo beneficia uma estratégia de SEO? Quando bem feito, o conteúdo interativo pode ser um elemento envolvente que fornece muito valor para o utilizador. Afinal, uma mensagem personalizada para cada pessoa pode se tornar mais relevante para o seu público. E a relevância não é o ponto principal do SEO? O envolvimento não é importante apenas para o SEO, mas também muito importante para a sua marca. Ter conteúdo interativo no seu site torna mais provável que as pessoas passem mais tempo nas suas páginas – e também são mais propensos a fornecer as suas informações pessoais.

No final das contas, não se trata apenas das informações que fornece , mas também da maneira como as pessoas as recebem. Poderá inclusive criar calculadoras, questionários, avaliações e muitas outras experiências que irão envolver e encantar o seu público, o que leva a: 

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Mais tempo no seu site e mais páginas visitadas.

Todos os dias, novas marcas começam a produzir conteúdo para o seu público-alvo, a tentar descobrir como vencer a concorrência e o conteúdo interativo pode ser um fator único para diferenciar e posicionar a sua marca e garantir um público que gosta e partilha o seu conteúdo. O Link bait é um termo que simplesmente significa que está induzindo os utilizadores a criarem um link para o conteúdo que está a oferecer. Como? Ao oferecer um conteúdo tão excelente e único que as pessoas teriam o prazer de criar um link para ele.

O conteúdo interativo pode gerar um nível de interação e reconhecimento da marca que não é fornecido pelo conteúdo estático padrão. É uma experiência memorável, e experiências memoráveis ​​provavelmente receberão mais links. Por exemplo, um gerador de persona é um conteúdo interativo que os utilizadores adoram e atraiu um grande número de backlinks, no caso estudado do Searchenginejournal, refere o autor do artigo. Este é um grande sucesso com o público americano, brasileiro e espanhol, ajudando as pessoas a criarem a sua persona e proporcionando um grande experiência no processo, refere o autor do artigo. Outro exemplo, os links do gerador de personalidade, são um exemplo de quanta autoridade e reconhecimento que uma experiência interativa bem feita pode gerar para sua marca e domínio.

Por outro lado , provavelmente sabe que ter os seus links compartilhados nas redes sociais não ajuda propriamente, e diretamente na classificação de pesquisa orgânica. Mas isso não significa que os seus resultados não sejam afetados por isso. As partilhas sociais, como backlinks, mostram que as pessoas gostam do site e querem “votar” nele. Isso aumenta a visibilidade do seu conteúdo e ajuda o seu projeto a ser notado pelos mecanismos de pesquisa. Quanto mais menções online a sua marca recebe, mais autoridade e notoriedade obtém. Isso traz mais tráfego para o seu site / blog. Este post foi patrocinado pela Rock Content. As opiniões expressas neste artigo são do próprio patrocinador.

Fonte: Searchenginejournal